Em nosso dicionário da língua portuguesa aprendemos que moral é o relativo aos princípios do bem e do mal, ou seja, quando conseguimos discernir o que é certo e o que é errado.

Além disso, moral significa dizer algo bom, virtuoso, ético, que acabam compondo as qualidades de tudo aquilo que chamamos de moralidade, sendo o moralista aquele que prega estes valores.

No direito, um dos princípios da Administração Pública é a moralidade, e está previsto no artigo 37 da Constituição Federal, tamanha é a sua importância.

Neste princípio da moralidade administrativa, que é bem mais amplo que a moralidade comum, o administrador público deve atender tanto a esta moralidade dita como normal, assim como também a moralidade administrativa que nada mais é do que o conjunto de regras que norteiam a boa Administração Pública, buscando o bem comum, discernindo sempre e com assertividade o que se entende como o melhor para todos, separando o honesto do desonesto e punindo-o por essa escolha, e assim sucessivamente entre o justo do abusivo, e entre o lícito do ilícito etc.

Pois bem! Aparentemente, a escolha da maioria foi por aquele que não tem moral para conduzir uma nação. Logo, esqueçam o que é moral, pois de nada valerá daqui para frente, ou seja, o vale tudo está em vigência.

Aliás, certamente as escolhas de candidatos estão atreladas a identificação moral de cada um. De modo que, votamos no candidato que nos identificamos moralmente.

Claro que o resultado das urnas demonstra no mínimo que, se não tivermos comprovação de fraudes nas eleições (independentemente de fraudes nas urnas, elas já ocorreram desde o início quando um cidadão condenado por três instâncias e julgado por nove juízes foi habilitado por um Ministro da Suprema Corte que, pasme, foi indicado por ele mesmo), e isto, por si só, já expõe que a sociedade moralmente está muito doente e em fase terminal. Por isso, muitos estão em luto, e isto deve ser entendido, pois a dor é a mesma, até porque se vislumbrarmos o futuro, o luto real acontecerá em poucos anos, pois estes são os métodos dos países socialistas.

Por fim, para aqueles que, ao lerem este texto e tentarem justificar o seu voto ao meliante, dizendo, por exemplo: Então, nesta linha de raciocínio, quem votou num “genocida” também é um genocida? A resposta é muito simples: Na fabricação de uma verdade, do Ministério da Verdade, que sabemos que não é uma verdade real, podemos dizer então que este “genocida” é tão genocida quando aquele que o acusa.

O fato é que, permanecendo este resultado, apesar de todas as fraudes constatadas, não das urnas que ainda devem ser auditadas, mas na sua origem, a verdade é que o Brasil acabou. Viva! O Brasil será uma Cuba tamanho GG em breve, e saudaremos a Revolução Bolivariana, que não tem nada a ver com a nossa história. Triste fim de uma nação.